DIA 17 - 19:30 - Programa 4: O Coração é um Caçador Solitário | Oficina de Vídeo

<< É no contato e do contato. Na angústia dos inícios. No perder-se pelo mundo. Os trabalhos de Oficina de Vídeo são o resultado de um ano de trocas, de incertezas, de discursos e silêncios compartilhados. O disparador de onde nascem tantas e tão diversas imagens é simples: o encontro com o outro. Nele, nesse espaço de risco, há um mundo de possibilidades e de transformações. >> Diego Hoefel

                     Presídio
                     de Victor Costa Lopes (15')
                     A tentativa de apreender o mundo a partir das imagens que nos 
                     cercam  move o personagem em seu processo de imersão no 
                     espaço em que se encontra.

                    Próxima Parada
                    de Samuel Brasileiro (9')
                    Pessoas que andam de ônibus. Cruzamos com elas todos os dias. 
                    O máximo que podemos saber sobre cada uma delas é em qual 
                    parada que vão descer.

                    Pas-de-deux
                    de Marina Morais (7') 
                    Jovem vai rotineiramente ao cemitério falar sobre sua vida 
                    sobre o túmulo do pai.

                     Monja
                     de Breno Baptista (15')
                     "Te coloco em uma prateleira de atemporalidade pra tentar amenizar 
                     todo esse luto sem fim que não te aceita como passado de jeito nenhum.                      Enquanto durmo, tomo cuidado para não ocupar o seu lado da cama."

                     Jaime
                     de Luciana Vieira (4'42'')
                     Jaime Câmara é pai de Jaime Luiz, que é meu pai. 
                     Jaime visitou Jaime numa tarde de abril.

                     Europa
                     de Leonardo Mouramateus (19')
                     As ruas onde vivo foram onde nasci. 
                     E antes disso minha mãe.  E antes disso meus avós. 
                     Desenho estas ruas: não há lugar como nosso lar.


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